Compre um vinho barato...
Pegue chocolate meio-amargo...
Tranque-se com seus companheiros num lugar escuro e tranquilo...
Acenda um incenso de canela...
Coloque "I want you (The Beatles)" no último volume...
...e...
...deixe sua imaginação fluir!
Depois, conte-me tudo!
Ai! Ui...
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Filosofia Barata.
Felicidade é o momento.
Aprendi que o AGORA é muito mais importante que o NUNCA ou o SEMPRE...
Obrigada...
"É bom olhar pra trás e admirar a vida que soubemos fazer
Aprendi que o AGORA é muito mais importante que o NUNCA ou o SEMPRE...
Obrigada...
"É bom olhar pra trás e admirar a vida que soubemos fazer
É bom olhar pra frente, é bom nunca é igual
Olhar, beijar e ouvir, cantar um novo dia nascendo
É bom e é tão diferente!
Eu não vou chorar, vc não vai chorar
Você pode entender que eu não vou mais te ver
Por enquanto, sorria e saiba o que eu sei: Eu te amo!
É bom se apaixonar, ficar feliz, te ver feliz me faz bem
Foi bom se apaixonar ? foi bom, e é bom e o que será?
Por pensar demais eu preferi não pensar demais dessa vez
Foi tão bom e por que será?
Eu não vou chorar, vc não vai chorar
Ninguém precisa chorar mas eu só posso te dizer
Por enquanto, que nessa linda estória os diabos são anjos...
Eu não vou chorar, vc não vai chorar...
Você pode entender que eu não vou mais te ver
Por enquanto...sorria e saiba o que eu sei: EU TE AMO!"
é...
Por que pra sempre?
Por que se deseja o eterno?
Por que se prender ao previsível?
Amor não é assim...
Não sobrevive assim...
Seu alimento vem da intensidade...
Não da quantidade...
Sua beleza vem da qualidade...
De que adianta uma monotonia?
Um monólogo de zilhões de anos?
Pra que desejar inúmeras transas por dia?
Se posso ter um só beijo...
Um beijo que arde...
Que protege...
Que segura...
Que liberta...
Que faz o paradoxo ter sentido...
O interior é que faz presente...
O material perde... torna impotente...
O momento é que causa o riso...
Que transforma os hormônios em ditadores...
O que vale é o aqui e agora...
O depois o tempo trás... sem a pressa que apavora...
Se vier... simplesmente veio...
Se acontecer ou não...
É como pretensão...
O X é a escolha...
A resposta é variável...
Só depende da sua imaginação...
Da criatividade de acreditar que...
Amor não é... nem está...
Não existe...
Só VIVE...
Peguei emprestado...
"How I wish, how I wish you were here!
We're just two lost souls swimming in a fish bowl, year after year...
Running over the same old ground... What have we found?The same old fears... Wish you were here!" "And if I could be who you wanted...If I could be who you wanted...
All the time, all the time...""It's the heart, afraid of breaking, That never, learns to dance. It's the dream, afraid of waking, That never, takes the chance. It's the one, who won't be taken, Who cannot, seem to give. And the soul, afraid of dying, That never, learns to live."
"I don't care if it hurts,
I want to have control,
I want a perfect body,
I want a perfect soul,
I want you to notice,
When I'm not around,
You're so fucking special,
I wish I was special.
But I'm a creep, I'm a weird.
What the hell am I doing here?I don't belong here..."
"Mas quando eu estiver morto,
suplico que não me mate não,
Dentro de ti, dentro de ti...
Mesmo que o mundo acabe enfim...
Dentro de tudo que cabe em ti..."
"You're out on the streets looking good,
And baby deep down in your heart I guess you know that it ain't right,
Never, never, never, never, never hear me when I cry at night,
Babe, I cry all the time!
And each time I tell myself that I, well I can't stand the pain,
But when you hold me in your arms, I'll sing it once again.
I'll say come on, come on, come on, come on and take it!
Take it! Take another little piece of my heart now, baby.
Oh, oh, break it! Break another little bit of my heart now, darling, yeah!
Oh, oh, have a! Have another little piece of my heart now, baby, You know you got it, child, if it makes you feel good.""And when you walk around the world, baby,
you said you´d try to look for the end of the road,
you might find out later that the road´ll end in Detroit,
honey, the road´ll even end in Kathmandu.
You can go all around the world,
trying to find something to do with your life, baby,
when you only gotta do one thing well,
you only gotta do one thing well to make it in this world, baby.
You got a woman waiting for you there,
all you ever gotta do is be a good man one time to one woman,
and that´ll be the end of the road, baby.
I know you got more tears to share, baby,
so come on, come on, come on, come on, come on,
And cry, cry baby, cry baby, cry baby."
"Here you gone today, but I wanted to love you,
I wanted to hold you, yeah, till the day I die,
Till the day, till the day,Yeah! hey! hey! all right!"
"Well, the fevers of the night,
they burn an unloved woman.
Yeah, those red-hot flames try to push old love aside.
A woman left lonely,
she’s the victim of her man, yes she is.
When he can’t keep up his own way, good Lord,
She’s got to do the best that she can, yeah!
A woman left lonely, Lord, that lonely girl!"
Mas não vou devolver...
"Somos, se pudermos ser ainda...
Somo donos do que hoje não há mais...Ouve o que houve e o que escondem em vão...Os pensamentos que preferem calar...Senão irá nos ferir o não,Mas quem não quer dizer tchau?" "Temos dois lados, pois temos frente e versoMe queira inteiro assim te imploro e peçoSou mais que o avesso, sou seu fogo, seu forro, seu ferroE eu te engulo...""A gente pensa que escolhe!Se a gente não sabe inventa...""Corre a lua porque longe vai,sobe o dia tão vertical,o horizonte anuncia com seu vitralque trocaria a eternidade por esta noite!Por que está amanhecendo?Peço o contrário ver o sol se por...Por que está amanhecendo?Se não vou beijar seus lábios quando você se for...""E por isso voltouPra quem sempre amouMesmo levando a dor daquela mágoa.Mas segurando a sua mãoSentiu sorrir seu coraçãoE amou-o como nunca havia amado...""Eu te espero vem
Siga aonde vão meus pésPorque eu te sigo também!E eu te amo!Diga que você me quer,porque eu te quero também!" "E agora como posso te perder?Se o teu corpo ainda guarda o meu prazer?E o meu corpo foi marcado pelo seu...Espero que o tempo passe...Espero que a semana acabe,pra que eu possa te ver de novo...Espero que o tempo voe,e que você retorne...Pra que eu possa te abraçar e te beijar de novo...""Se você olhar vai verque tudo está erradopois ao seu ladonão existe um lugar para mim...""I wait for you
Sleight of hand and twist of fate
On a bed of nails she makes me wait
And I wait....without you...""Every night, destroying my dreams
I'm crying and try to escape
Cause the pain is unbearable
When you close
The door behind you
I stay alone with my shattered
Dreams and all the pain...""Eu tive que ir emboramesmo querendo ficar...Agora eu sei...Eu sei que eu fui emboraE agora eu quero você de volta pra mim..." Agora é tudo meu!
sábado, 12 de setembro de 2009
Só pra mim!
- Mãe, quantas horas?
- Seis ainda, minha filha. Calma.
Ela ficava ali, no sofá. Sentadinha com as mãos repousadas sobre as pernas cruzadas.
Malditos minutos que nunca passavam... Até que ouvia o ronco de longe.
- Eba! Papai está chegando!
Quando ele apontava na esquina, a serelepe já estava com o portão aberto.
- Pai, anda logo! Demorou pra chegar.
- Que desespero! Eu estava trabalhando.
- Entra e vai tomar banho que vou ficar esperando aqui de fora. (cara fechada e mãos na cintura)
Tic-tac...
- Meu pai tem mais corpo que qualquer pessoa. Banho eterno o dele.
Quarenta minutos depois ele vem.
De bermuda, camisa abotoada até o meio. Um tênis sem amarrar e cabelos penteados.
Ah! O perfume... Aquele cheiro do pai que ela nunca vai esquecer!
- Vamos?
- Claro! Tchau, mãe! Beijo!
Num pulo ela sobe na moto. Ela adora apertar aquela barriga, e nem é por segurança. A velocidade que faz o vento bater no rosto faz com que ela se sinta nas núvens. Papai veloz!
No mesmo pulo ela desce.
Era o buteco de sempre. O Seu Juquinha, velho de cabeça branca, espera na porta. Os braços sempre abertos pra ela.
- Princesa! Cade meu abraço?
- Upaaaa!
- Seu banquinho está lá. Bem do jeito que você deixou.
- Ainda bem! Ele é só meu.
Depois de alguns cumprimetos o pai senta, pede o copo e ela vai correndo pro balcão.
Lá atrás o banquinho estacionado à direita, ao lado do caixa. Corre e senta.
Esfrega as mãos e aperta os olhinhos!
Aquele era um dos dias especiais. Tinha chegado mercadorias.
Ah! Ela se esbalda!
Salgadinho crocante. Pipoca doce do saquinho cor-de-rosa. Bala-chita. Chiclete Power Ranger. Pirulito "Dipnlik" sabor cereja. Laka. Confete. Jujuba. Palitinho que virava helicóptero (por falta de coordenação motora ela se machucava com as hélices).
Tudo isso era rotina. Tinha ordem. Quando faltava algo era um desastre. Motivo pra mau-humor.
Só que o maior dos prazeres era guardado pro final.
Era a caixa vermelha com o "Mussum" na capa.
Os cigarrinhos de chocolate que ela comia com tanto "glamour"!
O cigarro do pai era diferente. O dela era melhor! E como era...
Comia todos que aguentava. E, claro! Tinha o ritual da mãozinha pro lado e a expressão hollywoodiana!
Tudo aquilo era muito infantil, ingênuo, mas fazia parte daquele mundo pequeno.
Lá pelas tantas, empanturrada, despedia-se e antes de ir ainda carregava mais uma caixinha vermelha e uns saquinhos de chiclete-mini coloridos. Gostinho de quero-mais pra esperar a noite seguinte.
Voltava agarrada ao pai.
Chegava em casa, a mãe zangava pelo horário.
O sorriso permanecia intacto.
Infância!
Saudade!
Pai...
Amor...
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Mais que PAIXÃO!
Fico impressionada.
É tanta minha admiração que me surpreendo em certos instantes. Isso é grande. Muito grande.
Deixe-me tentar explicar tal sentimento.
A mão vai de encontro à parede, como se resolvesse algo.Os objetos próximos passam a voar pelo ar e vão longe, somente o copo tem a permissão da companhia, na verdade, tem a obrigação de permanecer comigo, e cheio.
As palavras chulas fluem como algodão-doce em festa infantil.
A voz se modifica, torna-se dura, ofensiva, perde a delicadeza.
Atenção? Só lá. Eu diria que quase nada me tiraria a concentração.
Mas claro! Sou muito exigente.
Odeio os palpites inúteis que sempre surgem bem na hora decisiva, desnecessário e irritável, eles não poderiam existir, definitivamente.
Ah! Narrador é importantíssimo, só que confesso, adoro escutar os piores, tenho tesão em criticá-los, e como o faço bem.
O cenário também é de se destacar: aquela cor chamativa da grama me faz sentir seu cheiro, sua textura, delícia! Aquela adrenalina, as vozes em uníssono, as palmas coordenadas. Ah! Excitante. Não há como não se apaixonar.
Másculo? Pode ser. Mais preconceituoso, eu diria. Não ligo, não disfarço, não tento controlar minhas sensações. Assustador sim. Mais macho que muito homem, mas menininha.
Chego, agora, ao ponto principal. Fatídico. A escolha.
Muito cuidado, extremo cuidado. Você entende o que isso significa?
Não é algo qualquer. Essa opção vai ser parte do seu ser, da sua personalidade, do seu espírito, da sua essência. É profundo.
Não é só uma característica ou um mínimo detalhe. Tenha consciência de que você é julgado, conceituado, amado ou banido por essa decisão. Pode unir ou causar divisões. As conseqüências podem ser desastrosas. O que não é o meu caso, eu soube ser inteligente.
Pois bem. Boa sorte. (Alguns vão precisar muito, outros só existem por causa dela.)
Depois vem o momento, aquele que você marca, espera ansiosamente. Toda semana. É compromisso certo. Ninguém, ninguém mesmo, pode me tirar esse gosto.
Eu sempre espero que seja uma disputa bonita. Mas nem sempre é assim, e quase sempre por culpa do adversário. Ah, como me aborrece aqueles que não sabem o que estão fazendo ali. Ganham um salário que o mundo deseja e, por falta de talento, estragam minha diversão.
Tem também os personagens mais atrativos. E como são. Podem ser por vários motivos: estética, ginga, experiência, ousadia e nome, isso é gritante. Os meus preferidos são alguns poucos, não é fácil me cativar, tem que ser muito competente, ou só lindo.
Os meios? No vídeo, no radinho, no telefone, de longe, de perto (muito perto), é muita emoção. Com a galera? Não é aconselhável para mim. Atrapalha, de lá e de cá.
Reclamações? Sim, inúmeras. Mas não pelo meu, pelos outros. O meu só me dá alegrias. Alguns imprevistos acontecem, faz parte do todo, todavia, ele é o melhor e me dá a felicidade que tanto procuro. Pelo menos com ele a satisfação é garantida. Fato!
Ah, paixão. Vício. Vida.
Salve o meu Tricolor Paulista!
Esse é o meu tão querido e saboroso FUTEBOL!
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Será?
De um momento, uma luz...
Eis que surge tudo num grito...
Será ali um começo ou a cruz?
Dali são amores, carinhos e gracinhas...
Um gesto pueril...
Rastros do chocolate que veio sutil...
Os caminhos vão sendo traçados...
Cabelos novos...
Sentimentos que se colocam atrasados...
O quebra-cabeça monta e se repete...
Falta uma peça, outra nova vem cobrir...
Na verdade era a mesma num outro corpete...
Letras... sons... fascinação...
É o que preenche essa criança...
Que sempre se perde na mesma lambança...
Nada prende...
Tudo é a inércia que justifica...
Mas é a liberdade que tanto identifica...
Tal e qual é o aquário...
Que dá abrigo a quem entra...
E mata quem sai...
É melhor não tentar...
Se o interesse for mudar...
Ela não se permite ordenar...
Talvez sua realeza...
Se conseguir fazer fugir a tristeza...
O coração dela levará...
E terá um pouco do puro...
Mais do profano...
E um completo engano...
Porque nada é...
Tudo pode ser...
Depende do querer...
Assim segue indo...
Talvez vindo...
Nunca definindo...
Sempre redescobrindo...
Eis que surge tudo num grito...
Será ali um começo ou a cruz?
Dali são amores, carinhos e gracinhas...
Um gesto pueril...
Rastros do chocolate que veio sutil...
Os caminhos vão sendo traçados...
Cabelos novos...
Sentimentos que se colocam atrasados...
O quebra-cabeça monta e se repete...
Falta uma peça, outra nova vem cobrir...
Na verdade era a mesma num outro corpete...
Letras... sons... fascinação...
É o que preenche essa criança...
Que sempre se perde na mesma lambança...
Nada prende...
Tudo é a inércia que justifica...
Mas é a liberdade que tanto identifica...
Tal e qual é o aquário...
Que dá abrigo a quem entra...
E mata quem sai...
É melhor não tentar...
Se o interesse for mudar...
Ela não se permite ordenar...
Talvez sua realeza...
Se conseguir fazer fugir a tristeza...
O coração dela levará...
E terá um pouco do puro...
Mais do profano...
E um completo engano...
Porque nada é...
Tudo pode ser...
Depende do querer...
Assim segue indo...
Talvez vindo...
Nunca definindo...
Sempre redescobrindo...
Em Homenagem! (07/09)
E no prelúdio da noite,
no silêncio ecoa a voz que lê o epitáfio...
AGORA NINGUÉM SE ARREPENDE MAIS...
AQUI JÁS...
NÃO PERTENCE MAIS NEM A ELA MESMA...
Aos pretos ficam as lágrimas. Estas correm ao chão que vai se molhando e não permite que desidrate seus sonhos... Estes, então, florescerão. E quem comer o fruto da árvore que nascerá... será... estará... viverá na perdição... confusão... turbilhão de tragédias tudo que atropelarão...
E nada mais sobrará.
Ela se foi...
Foi sofrer e atormentar em outra dimensão...
O que fica é somente a maldição...
no silêncio ecoa a voz que lê o epitáfio...
AGORA NINGUÉM SE ARREPENDE MAIS...
AQUI JÁS...
NÃO PERTENCE MAIS NEM A ELA MESMA...
Aos pretos ficam as lágrimas. Estas correm ao chão que vai se molhando e não permite que desidrate seus sonhos... Estes, então, florescerão. E quem comer o fruto da árvore que nascerá... será... estará... viverá na perdição... confusão... turbilhão de tragédias tudo que atropelarão...
E nada mais sobrará.
Ela se foi...
Foi sofrer e atormentar em outra dimensão...
O que fica é somente a maldição...
domingo, 6 de setembro de 2009
Pausa (Especial)
Só porque passar o domingo com a família é muita felicidade...
Acordar tarde, almoço pronto, delícia!
Sobremesa com papo bacana... Ah!
Só porque ganhar do cruzeiro é muita felicidade...
Principalmente quando as pessoas que recheiam a sala estão perdendo...
São Paulo! Eu quem ganho! Eu quem comemoro...
Só porque falar besteira e chorar de rir é muita felicidade...
Conversa com a mãe, totalmente piração!
Implicância com o irmão mais novo, diversão...
Só porque discutir minha futura tatoo é muita felicidade...
"Não pode! Não vai fazer!"
Como não? Vou fazer sim... Sim!
Bagunça na cozinha... Desastre!
Piada... Fofoca... Parente...
Nostalgia e planos futuros...
Ai, ai!
Só porque eu estou muito bem!
Estou em casa...
Estou em paz...
Estou feliz...
Estou amor!
Ai, o amor!
Acordar tarde, almoço pronto, delícia!
Sobremesa com papo bacana... Ah!
Só porque ganhar do cruzeiro é muita felicidade...
Principalmente quando as pessoas que recheiam a sala estão perdendo...
São Paulo! Eu quem ganho! Eu quem comemoro...
Só porque falar besteira e chorar de rir é muita felicidade...
Conversa com a mãe, totalmente piração!
Implicância com o irmão mais novo, diversão...
Só porque discutir minha futura tatoo é muita felicidade...
"Não pode! Não vai fazer!"
Como não? Vou fazer sim... Sim!
Bagunça na cozinha... Desastre!
Piada... Fofoca... Parente...
Nostalgia e planos futuros...
Ai, ai!
Só porque eu estou muito bem!
Estou em casa...
Estou em paz...
Estou feliz...
Estou amor!
Ai, o amor!
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Ai!
Re-ver...
Não-ver...
Daqui aquela nostalgia, um amigo, parceiro.
De lá a saudade, um mistério, dificuldade.
Isso pode se inverter,
Talvez intercalar... Misturar...
Mais? Menos?
IGUAL:
Aquele que, sem querer, mudou os rumos da minha vida...
Aquele com plural...
Ah! E como o fizeram...
Tamanha delicadeza, tamanha simplicidade...
Acaso?
Pode ser, pra eles...
Pra mim não!
A situação é o que os diferencia:
UM: Amizade-Amor-Amizade...
intensidade de um carinho...
DOIS: Amizade-Amor-Pesar...
azar de um caminho...
E o fim?
Não tem...
Ainda...
Presente de Presente.
Acredito e espero o SEMPRE!
Não-ver...
Daqui aquela nostalgia, um amigo, parceiro.
De lá a saudade, um mistério, dificuldade.
Isso pode se inverter,
Talvez intercalar... Misturar...
Mais? Menos?
IGUAL:
Aquele que, sem querer, mudou os rumos da minha vida...
Aquele com plural...
Ah! E como o fizeram...
Tamanha delicadeza, tamanha simplicidade...
Acaso?
Pode ser, pra eles...
Pra mim não!
A situação é o que os diferencia:
UM: Amizade-Amor-Amizade...
intensidade de um carinho...
DOIS: Amizade-Amor-Pesar...
azar de um caminho...
E o fim?
Não tem...
Ainda...
Presente de Presente.
Acredito e espero o SEMPRE!
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
E se...
E se não existe mais o eu nem ele...
O que será do Tu e do Ela???
Só não faz mais sentido ter o Nós...
Já que vós não entendeis que eles não se importam...
Se é aqui ou lá.
Perto ou longe.
Nada mais tem sentido se tudo já não se encontra...
Só se acha perdido...
Entre o sim e o não,
Reinou o talvez...
E essa majestade não agrada
não a mim...
Então me diz assim...
assado...
egoísta de um lado,
não quero arriscar meu futuro dourado...
Não é mestre, nem santo...
Não tem fama, não obstante muito encanto...
Agora nem é dela...
Nem dele mesmo...
Por quê???
Não se sabe quem suporta viver a esmo...
É e não é...
está...
intrínseco...
Se é ele, ela ou uma mistura?
Quem sabe uma suruba in natura?
O que eu acho?
Simplesmente me agrado...
Sem motivo, causa ou consequência...
Somente efeito de consciência...
Foi ontem.
Hoje vou contar um segredo. Preste atenção!
Cor-de-rosa e cabelo preso significam que algo está errado, muito errado.
Cabelo preso é um pecado, cabelo solto a qualquer custo! Não pela estética, sim pelo ar de poder que isso emana.
Cor-de-rosa é uma ofensa pra ela, péssimas lembranças de infância.
Duas coisas simples que, inconscientemente, ela escolheu pra demonstrar seus momentos insanos.
O problema é: as pessoas não percebem. É sutil ao tato dos outros, só que pra ela é quase uma apelação: não estou bem!
Naquele dia, ontem, nada aconteceria se não fosse pelo enlaço do cabelo pro alto e o detalhe mínimo das unhas pintadas de rosa.
Maldição!
Ela conversava distraidamente, rua movimentada, palavras num tom maior, suas amigas ali do lado direito.
Um obstáculo no caminho, na ponta esquerda. Ela nem viu, só depois.
Ele estava apressado, como sempre, tinha seu fiel companheiro nas mãos, ela conhecia aquela fumaça. Olhou forte pra ela. Uma facada. Estava diferente, aqueles olhos, agora, não diziam nada, nada. Nada?
A camiseta branca ofuscou o tal olhar que ela tentou negar.
Branco de lá. Branco de cá. Branco! Perdeu-se nas pronúncias, deu um passo ao lado, abriu passagem e ele fez manobra pra não se esbarrar nela, não fisicamente.
Mas emocionalmente... Ah! Abalo nas estruturas... Por que será?
Porque ele não sabe enxergar seu disfarce: cabelo preso e cor-de-rosa. Como ele não sabe? Ou como ele poderia saber?
Eu sei. Sei bem.
Cuidado!
A qualquer hora ela prende o cabelo, usa cor-de-rosa e... e... e...
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
De Jó? Escravo.
Um tempo livre, um espaço... Cinco pessoas, uma roda... Cheiro de terra. Um coro.
Escravos de Jó... Jogavam caxangá...
O primeiro! Era o mais quieto, tímido, não olhava nos olhos, apesar de ter brilho neles. Vestia como se mamãe tivesse o arrumado, e isso o incomodava. Era inteligente, sereno, a simplicidade era visível. “Eu amo a Maria!”... Saiu cabisbaixo, porém, orgulhoso.
Tira... Bota...
Ah! Mais um... Era um sarado, rico, modelo. Parecia vazio, percebi depois que não era, pelo contrário. Uma coisa era óbvia: conquistador, manhoso, cuidadoso com os gestos. Cheirava muito bem, até demais. “Eu sou gay!”... Saiu caminhando nas nuvens, feliz!
Deixa ficar...
Pena! Era o frágil, de óculos, típico nerd. Teria um ótimo futuro na NASA. Iria pra lua, amada. Sua revolta era notada nos gestos que, de tão fortes, eram trêmulos, tremia na sua insegurança. “Eu uso drogas!”... Saiu dono do mundo, aliviado.
Guerreiros com guerreiros...
O próximo! Que paz! Uma calça rasgada e a camiseta enrolada nas pontas. Um pouco suspeito, mas nada ofensivo. Um sorriso leve e aquele cabelo com vida/morte próprias. Um detalhe importantíssimo: o aviador garantia o estilo. “Não concordo com o Che!” Saiu... será?
Fazem zigue-zigue-zá...
UMA SÓ VOZ... Rouca...
Guerreiros com guerreiros fazem zigue-zigue-zá.
O último! Seco por fora... Cinza... Cheio de medos, traumas e demônios. Parecia não ter vida. Se tinha era só dele, um mundo particular. Ninguém toca, ninguém rompe. Não parecia triste nem desidratado, só cheio.
“Sou perfeito!”
Será por isso a solidão?... Saiu correndo, ninguém...
Era só uma brincadeira. Só.
Sabe o que é? Drama.
Tenha paciência e disposição. Um chá gelado pra acompanhar.
Parte-se do pressuposto da existência de dois seres no mesmo ser (complexo!), na verdade duas: a primeira se acha a dona da verdade, impetuosa, fria, com gosto exótico, acordes amadeirados e atende por Frida. A segunda, Florinda, é paciente, boa, muito boa, talvez masoquista (muito!) e de voz doce, aveludada.
Um quarto pequeno, incenso de cravo, a melodia de Maysa... Nada de luz, somente o pontinho vermelho queimando e refletindo a fumaça. Cenário propício. Sinta.
A situação? Bem, antes, preciso contar alguns detalhes.
Frida e Florinda são irmãs, habitam o mesmo cérebro - talvez não, mas, agora, não vem ao caso – aquela domina o lado direito e a última o lado esquerdo. São opostas, não obstante pertencem a mesma pessoa. Nasceram juntas, vivem o tempo todo juntas, porém, nunca estão em acordo, o que incomoda a tal sofredora “dona”, eis aí a questão.
Piração? Fruto de uma criativa imaginação? Não. Não. Elas realmente existem, pior: coexistem.
Como já se pode entender, Frida é a razão, ou pelo menos teoricamente é. O individualismo dela é exagerado, tem certa arrogância como proteção, é segura, cuida do sensor de confiança e busca manter o equilíbrio da sua dona. Já a Florinda, ah! Ela é Flor! Delicada mas não fresca, amorosa com os pés no chão, é responsável pelo lado social e sentimental. Tem belos olhos, o toque do algodão... Não consigo disfarçar minha preferência por ela.
A dona. Não se sabe bem o que ela é. O que se pode afirmar: ela tenta ser calma, serena, madura, amiga e, sobretudo, auto-suficiente. Esse é seu alicerce, o resto é construído e re-construído a cada instante... Constante mutação.
Chega de enrolação. Ao ponto.
Pois bem. A dona, geralmente, consegue escutar seus dois lados e decidir qual das duas proposições é mais adequada a se seguir. Parece ser divertido, duas conselheiras, dois lados pensando, dois pontos distintos pra escolher. O problema é: a hora do amor (calcanhar de Aquiles).
É. A dona não sabe amar. Definitivamente. Dedo podre.
Incrível como tal situação (que ela tenta e não sabe lidar) surge bem naqueles momentos de fraqueza nos quais tudo parece o fim, só há escuro, lágrimas, devaneios e ela própria se perde, perde de si, perde o juízo, perde o discernimento, perde o controle, perde ela mesma... É medo, trauma, fantasma.
E, justamente quando ela não consegue abrir seus olhos em meio a tanto desespero, que suas duas companheiras resolvem brigar. Ótimo!
Tudo seria tão simples, tão mais brisa de verão na casa de veraneio, se Frida e Florinda, mesmo que de lados extremos, se juntassem em prol de sua dona, já que deveriam zelar por ela.
Não. Sim. Vai. Fica. Feio. Lindo. Canalha. Companheiro. Traidor. Verdadeiro. Bom. Mau. Idiota. Interessante. Conquistador. Charmoso. Barato. Valoroso. Extinto. Presente. Passado. Lembrança. Ir. Voltar... *&¨%$#@
Florinda e Frida são suicidas, e provocam sincericídio em sua dona. Fato. Terrível. Tragédia.
Sim. Caos por dentro. Caos no coração. Caos na razão. A carcaça sem proteção por fora. E agora? Nem Chapolin Colorado.
Nada funciona. Não se percebe mentira, o Batsensor de manipulação pára de funcionar, o prumo foge. Cadê a luz que estava aqui? O que se ouve são gritos, berros desenfreados e sem coerência alguma de Frida e Florinda. A dona ,desesperada, chora muda, ninguém escuta, ninguém percebe. Amargo, desafinado, áspero, fétido, horrendo!
Onde está o socorro? E o fim? E o recomeço?
Até quando vai durar o inferno interior?
Alguém é capaz de calar duas loucas?
Complicado. Triste.
É. Isso é drama!
Coisas de Frida e Florinda. Florinda e Frida. Não queira tê-las. Deve ser mal de F.
Bem-Vindo!
De lá pra cá...
Transito interior...
Entre,
ar-condicionado,
biscoito de sal,
café e incenso...
A vontade!...
Transito interior...
Entre,
ar-condicionado,
biscoito de sal,
café e incenso...
A vontade!...
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