E no prelúdio da noite,
no silêncio ecoa a voz que lê o epitáfio...
AGORA NINGUÉM SE ARREPENDE MAIS...
AQUI JÁS...
NÃO PERTENCE MAIS NEM A ELA MESMA...
Aos pretos ficam as lágrimas. Estas correm ao chão que vai se molhando e não permite que desidrate seus sonhos... Estes, então, florescerão. E quem comer o fruto da árvore que nascerá... será... estará... viverá na perdição... confusão... turbilhão de tragédias tudo que atropelarão...
E nada mais sobrará.
Ela se foi...
Foi sofrer e atormentar em outra dimensão...
O que fica é somente a maldição...
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Mas se a maldição é o fazer vivente...
ResponderExcluire os arrependimentos nao surgirão....
que bom!